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mil e quinze

Livros, séries, filmes e muito mais ♥

20
Set22

OUTROS: A minha colecção de Pops (Parte 3)

Vera

Vê também aqui a Parte 1 e a Parte 2.

 

De vez em quando gosto de escrever este tipo de publicações e mostrar como a minha colecção de Funko Pops tem vindo a crescer. Desta vez, passou quase um ano desde o último post. E como se tem vindo a tornar habitual, já muita coisa mudou na forma como exponho estes bonequinhos. Como não podia deixar de ser, também temos algumas novas adições. E é dessas mesmo que vimos aqui falar.

 

Vou poupar-vos às divagações sobre as alterações que fiz na exposição e na organização dos espaços (outra vez, que isto quando uma pessoa não tem muito espaço há que fazer mil e um ajustes). Desta vez, vou escrever uma publicação mais directa e falar-vos das novas aquisições desde Novembro de 2021 (quando escrevi o último post).

 

Funko Pops colecção Marvel e The Mandalorian

 

Na linha de cima, temos o skeleton Gerard Way (2º a contar da esquerda). Os My Chemical Romance foram a minha banda preferida da adolescência e ajudaram-me muito naquela época. É aquela banda que vai ficar sempre no meu coração. Tinha de ter um Pop que simbolizasse isso, e na verdade este também remete à altura em que os conheci (com o videoclip da Welcome to the Black Parade).

 

Abaixo, da esquerda para a direita:

  • Loki (1º) - O tempão que esperei para ter um Pop desta personagem, uma das minhas favoritas da Marvel. Das duas uma: ou não gostava assim tanto dos Pops, ou gostava e valorizaram tanto que tinha de vender um rim para comprar. Este é glow in the dark (GITD), embora seja só a bolinha do ceptro e pareça mais que a Funko gozou com a nossa cara. Mas é muito giro, então uma pessoa perdoa.
  • Wanda/Scarlet Witch (2º) - Não tinha conseguido a versão normal deste Pop, então quando saiu a versão GITD foi aproveitar logo. Mais uma das minhas personagens favoritas da Marvel.
  • Tony Stark (5º) - Podem ver como comecei a organizar a colecção por temas porque, isso mesmo, adivinharam: mais uma das minhas personagens favoritas da Marvel! Digamos que quero quase todos os Pops deste senhor; este é daqueles que não se vêem à venda por Portugal. Consegui-o por 10€ a um particular.

 

Linha de baixo, da esquerda para a direita:

  • Mandalorian com Grogu (2º) - Não tenho muito a dizer deste. Queria muito este Pop, acho que o consegui numa promoção.
  • Grogu using the force (3º) - Além de ser de média dimensão, tem luzes e som! O meu primeiro e, até ver, único Pop do género. Foi um presente do meu namorado.
  • Mandalorian com Grogu (4º) - Mais um presente do meu namorado. Este, como tem a base meio transparente, bem que podiam ter feito GITD. Não é.

 

Funko Pops colecção Harry Potter

 

Além do monte de bonequinhos do Kinder Surpresa (sim, a sério) do Frozen, posso mostrar-vos a figura colecionável do Voldemort (em frente). Anda à venda pelos Continentes da vida, apanhei em promoção. Quanto aos Pops propriamente ditos, temos estas novas adições à prateleira Harry Potter:

  • Harry com o mirror Erised - Acho este Pop super giro, só gostava que a base e o reflexo fossem mais elaborados.
  • Ron na peça de xadrez - Um dos Pops que mais queria desde que me iniciei neste mundo da Funko. Desde aí, só o vi à venda numa loja uma única vez e era caro demais para comprar. Adoro este momento no filme e o Pop é dos melhores que já vi. O conceito está super giro. O meu namorado surpreendeu-me com este no meu aniversário este ano.

 

Funko Pops colecção Frozen Game of Thrones e Iron Man

 

Em cima, temos o Night King de Game of Thrones (3º a contar da esquerda). Sempre senti algum fascínio com esta personagem e este Pop é lindíssimo. Todo transparente e este não é a versão normal... É GITD! E é sem sombra de dúvidas o melhor Pop GITD que tenho. Se vocês estão inseridos neste mundo, sabem que os GITD da Funko são uma treta enganosa que tem de se andar a "carregar" a luz dos Pops com luz UV. Pois bem, este não. Não lhe faço absolutamente nada e tem um brilho incrível, que além de intenso, é literalmente no Pop inteiro!

 

Em baixo, apesar de não ser Pop, temos um Olaf que deu um gostinho de montar um Lego pela "primeira" vez (tirando aqueles de quando éramos crianças, vocês sabem).

 

Por fim, às pontas direitas temos duas figuras do Iron Man: a que está dentro da caixa comprei no Continente, a outra na verdade é de uma colecção do Planeta DeAgostini que começou há uns meros dias, da qual nem tinha conhecimento e foi mais uma vez surpresa do meu namorado.

 

Funko Pops colecção Friends

 

Na prateleira de Friends temos o Chandler (o que tem o penteado esquisito), de uma wave antiga, e vocês já sabem que eventualmente quero ter todos os Pops de todas as waves de Friends. Foi mais um passo vagaroso nessa direcção. Em baixo, a Rachel da wave mais recente - não é dos meus Pops preferidos mas estava a 9,90€ por isso também aproveitei.

 

E pronto, estas foram as novas adições à minha colecção desde Novembro do ano passado. Quem aqui gosta destes bonequinhos? Partilham algum com a minha colecção?

16
Set22

SÉRIES: Chernobyl

Vera

Mais uma série (ou neste caso mini-série) a que cheguei atrasada mas, em minha defesa, sempre senti que era um pouco pesada demais para ver e fui adiando. Agora que a terminei, bom, estava absolutamente certa.

 

Chernobyl

 

Chernobyl é uma mini-série baseada nos testemunhos do livro Voices from Chernobyl, da autora Svetlana Alexievich, relatados por sobreviventes do desastre nuclear. Assim, mostra-nos o que aconteceu durante a explosão nuclear e também após o acontecimento - as suas consequências e a forma como as entidades competentes tentaram lidar com a situação.

 

A HBO nunca deixa de me surpreender com produções incríveis. Já espero o melhor deles e conseguem sempre superar as minhas expectativas ainda assim. Todos conhecemos o desastre nuclear que ocorreu em Chernobyl, logo esta mini-série não poderia ser nada menos do que extremamente impactante. E estupidamente pesada.

 

É revoltante ver a forma tão irresponsável como o assunto foi tratado por quem de direito, é revoltante ver como havia uma maior preocupação em encobrir tudo do que em "resolver" o assunto - entre aspas porque entretanto já tudo de pior tinha acontecido. Tanta coisa podia ter sido evitada - incluindo, na verdade, o próprio desastre.

 

A série é muito, muito pesada. Aquilo que mais me vai ficar na memória será a maquilhagem que fizeram aos actores que representaram as vítimas que mais sofreram com o ataque - está de um realismo absolutamente incrível, de dar completas voltas ao estômago e fazer o corpo contorcer-se num misto de repulsa pelo grafismo do que nos é mostrado e de dor por reconhecermos que alguém passou efectivamente por tudo aquilo.

 

Outro aspecto de ressaltar na série foi a tentativa que houve (e bem conseguida) de explicar o que ocorreu, cientificamente falando, sem parecer muito forçado. Efectivamente não somos todos especialistas em energia nuclear, ou sequer em física, e nota-se que houve um esforço para realmente informar os espectadores verdadeiramente sobre tudo o que aconteceu, de forma mais técnica e aprofundada.

 

Para resumir: andei este tempo todo a evitar a série por achar que ia ser demasiado pesada - estava absolutamente correcta e não é uma série para toda a gente ou para qualquer momento. Não é mesmo. Acho que a palavra-chave aqui é mesmo "impactante". De todas as formas e mais algumas. Fica connosco e não nos abandona tão cedo. Mas também é uma série extraordinariamente bem feita e produzida que vale a pena todos os segundos passados a vê-la. E, para o bem e para o mal, acrescenta valor por nos informar de uma das maiores tragédias da humanidade nos últimos tempos.

 

De resto, só posso dizer que não ajudou muito ver isto pouco antes de começarem as notícias sobre o risco nuclear em Zaporíjia, na Ucrânia. E fiquei muito interessada em ler o Voices from Chernobyl.

 

5.JPG

 

Com certeza, mais uma vez, sou o "ovo podre" aqui e já todos viram esta mini-série. Desse lado de quem já viu isto há bem mais tempo só gostava de saber: as imagens dos pobres coitados que foram parar ao hospital em carne viva continuam na memória até hoje? É que eu acho que já não vou esquecer nunca mais.

12
Set22

FILMES: Derren Brown: Sacrifice

Vera

Um dia, algures na minha vida, dei de caras com este título na Netflix e guardei-o para ver mais tarde. A premissa era simples: Derren Brown, um mentalista, tenta convencer uma pessoa a levar um tiro por um desconhecido. Uma frase que soa exagerada demais para algo que foi obviamente feito de forma ética. Na verdade, entraram aqui factores que julgo serem bem mais importantes que isto.

 

Derren Brown Sacrifice

 

Sacrifice é uma espécie de documentário, com apenas cerca de 45/50 minutos, que nos mostra esta experiência que Derren Brown realizou com uma pessoa. Eu separei-me da Psicologia profissionalmente, mas não me separei dela pessoalmente e tudo o que seja relacionado interessa-me. Quanto mais não seja para ser a pessoa céptica que tem dificuldade em acreditar no que está a acontecer, que foi mais ou menos o caso aqui.

 

Derren Brown pegou em Phil, um homem evidentemente racista (particularmente contra cubanos e mexicanos), e fez uma série de experiências psicológicas para aumentar a sua determinação e diminuir o seu medo no geral (coisas necessárias para levar um tiro por alguém), aumentar a sua empatia e, na verdade, também torná-lo menos racista. Tudo isto para levar a um culminar encenado com uma série de actores em que Phil se veria numa situação difícil com um gangue de motards prontos a matarem um homem mexicano no meio do nada. De salientar que Phil acreditava estar envolvido numa experiência completamente diferente, não tendo conhecimento do que realmente se tratava.

 

Foi interessante ver algumas das técnicas usadas por Derren Brown, algumas assentes em coisas tão básicas como o condicionamento clássico. O que pareceu mudar mais significativamente a mentalidade racista de Phil foram os resultados de um teste de ADN onde descobriu ter alguma ascendência de outros países que à partida não lhe agradariam tanto. No entanto, não consigo decidir comigo mesma se achei a reacção dele genuína ou não.

 

Foi um documentário interessante, mas no final acabou por me parecer tudo uma encenação, até as reacções do próprio Phil. Começou a ficar tudo forçado demais e, sinceramente, houve uma técnica utilizada por Derren Brown que me deixou ainda mais céptica. Não acredito por um minuto na naturalidade daquilo que levou Phil a sair determinadamente do carro onde se encontrava para salvar o desconhecido. Só consigo pensar que, se estivesse no lugar dele, na verdade aquilo que Derren Brown fez ia fazer-me começar a desconfiar da situação inteira.

 

Em todo o caso, é uma experiência interessante de se assistir e acho que teve contornos importantes no que diz respeito a racismo. Embora haja um problema na conclusão final a que Derren Brown chega após esta experiência: que somos todos humanos e devíamos encontrar um meio-termo entre racistas e não-racistas. Não percebo onde é que há um meio-termo para encontrar com pessoas preconceituosas seja lá em relação ao que for. Pessoas racistas não acreditam na dignidade e igualdade de direitos, oportunidades, etc., em relação a outras raças. Não há nada para aceitar aqui com um "passou-bem" e "cada um com as suas opiniões".

 

Em todo o caso, do ponto de vista psicológico é uma experiência interessante, para quem gostar desses assuntos.

 

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Alguém conhecia este documentário, ou Derren Brown? Fiquei curiosa por ver mais do seu trabalho, mas ao mesmo tempo acho que nunca vou parar de ser céptica.

08
Set22

SÉRIES: Big Little Lies

Vera

Sei que chego atrasada à festa mas isso não me impede de apreciar uma das séries mais faladas do seu tempo. Certo?

 

Big Little Lies

 

Big Little Lies é uma série baseada no livro homónimo de Liane Moriarty e centra-se em três mulheres que vivem na cidade de Monterey e se aproximam depois de os seus filhos se envolverem de alguma forma num caso de bullying e agressão na escola que frequentam. A partir daí, vários acontecimentos se desenrolam e vamos descobrindo cada vez mais os segredos escondidos por trás de cada família.

 

Uma coisa que gostei muito nesta série foi o facto de não revelar absolutamente nada até ao final (neste caso, da primeira temporada). Séries deste género costumam dar-nos uma resposta mínima que gera todas as nossas perguntas até ao final da temporada, mas Big Little Lies não deu resposta absolutamente nenhuma, só deixou perguntas atrás de perguntas, até poder responder a tudo no final. E sou sincera, o final da primeira temporada foi extremamente previsível e o mais óbvio, mas nem consigo ficar chateada quando a execução que levou a isso foi simplesmente incrível.

 

Como não acompanhei esta série no tempo que saiu, não tenho a certeza, mas sinto que foi uma daquelas séries que foi feita para ter uma temporada apenas, e que se alongou apenas devido ao reconhecimento que teve. E apesar de não ver grande propósito na segunda temporada, e de achar que foi desnecessária, ainda assim foi uma temporada bem feita que deu igual gosto ver.

 

Uma série extremamente bem feita com um elenco de luxo: Nicole Kidman, Reese Witherspoon, Laura Dern, Alexander Skarsgard; as produções da HBO nunca deixam de surpreender pela positiva. Pode tornar-se um pouco pesada por tratar de alguns temas mais violentos - não apenas o bullying na escola, mas também relações abusivas e violência doméstica. Mas, à parte disso, recomendo e bastante. Vale muito a pena.

 

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Aposto que já toda a gente aqui viu e eu fui o "ovo podre", não foi? Digam-me de vossa justiça!

06
Set22

Fui à Feira do Livro de Lisboa!

A jornada de uma miúda do interior

Vera

Com certeza lembram-se que há umas semanas andava a pensar ir à Feira do Livro e até vim aqui pedir-vos ajuda. É um evento do qual ouço sempre tanto falar, sobretudo aqui pelos blogs, que comecei a ficar com alguma curiosidade de o experienciar pelo menos uma vez na vida, já que sou do interior centro de Portugal e por isso não me é assim tão acessível nem está ao virar da esquina.

 

A decisão foi tremida e um pouco em cima da hora. O site não estava correctamente actualizado (já explico esta), fartei-me de pesquisar os livros do dia - e concluí que, a ir, valeria mais a pena no último fim de semana por esses - e fartei-me de pesquisar as sessões de autógrafos. Não parecia ir ninguém que me interessasse e não sabia se devia ir apenas por dois ou três livros do dia. Até porque ir para lá implica gastos com viagens, alojamento e refeições, não apenas os dos livros.

 

Acontece que entretanto a Rita da Nova e o Guilherme Fonseca anunciaram no Twitter que iam ter uma sessão de autógrafos no dia 3 - algo que não estava nem apareceu por uns bons dias no site da Feira... Nesse fim de semana eu tinha o menor número de livros do dia que me interessassem (acabou por não ser bem assim) e fiquei mais uma vez a contemplar se devia ir apenas por uma coisa sem ter a outra. Voltei a ir à lista dos livros do dia e encontrei uns quantos que, apesar de não estarem no topo das prioridades, podia muito bem aproveitar. Não pensei assim tanto no assunto e comecei a fazer todas as compras e reservas necessárias (que foi uma aventura por si só, também, mas não é relevante para aqui).

 

Depois de todo o stress que este planeamento corrido e cheio de percalços deu, restou esperar pela data. E no dia 3 de Setembro, a horas que ninguém merecia acordar, estava eu pronta para fazer viagem rumo a Lisboa. Passámos lá o fim de semana - é sempre um bom pretexto para passear em Lisboa, no geral - e ajudou muito que o alojamento fosse na zona do Parque Eduardo VII. Estivemos a maior parte do tempo pela Feira e foi bom não termos de fazer viagens constantes de metro.

 

Não saímos dessa zona o Sábado inteiro e ainda fizemos uma passagem rápida na manhã de Domingo para comprar os livros desse dia, antes de partirmos para outras zonas de Lisboa para os últimos passeios. Desculpem esta introdução longuíssima, mas queria falar da experiência como um todo. Agora sim, sobre a Feira propriamente dita:

 

Adorei! Como passámos lá imenso tempo, sinto que tivemos oportunidade de explorar tudo bem (ou tão bem quanto possível, dada a dimensão). Sobretudo ao fim do dia, quando já não existia a pressão de ter reservas em restaurantes, de não saber se iam estar filas grandes para a sessão de autógrafos, de podermos simplesmente dar uma boa volta a tudo e ver com olhos de ver o que por lá havia.

 

Saí de lá com a conclusão de que é uma experiência que vale a pena por si só, sem ser preciso comprar livros, sem ser preciso sessões de autógrafos (mas claro que, para quem vem de tão longe, convém ter alguma recompensa). E espero muito sinceramente poder repeti-la todos os anos.

 

Gostei muito de ter conhecido a Rita e o Guilherme. Felizmente a fila não era muito grande e, na verdade, eu consegui ser das primeiras pessoas, pelo que a experiência foi "rápida" o suficiente. Como não consegui ir a nenhuma data da tour do livro deles, achei que podia aproveitar esta oportunidade para os conhecer. Na verdade, foi a primeira vez na minha vida inteira que conheci pessoas mais conhecidas de quem gosto muito. Estava uma pilha de nervos  Mas valeu a pena. Super simpáticos.

 

Sobre os livros... Ajudou muito (mesmo muito) ter a famosa lista preparada no meu telemóvel com todos os locais dos livros do dia. O que não fiz tão bem e melhorarei para a próxima foi não ter visto editoras específicas para os livros que me interessava comprar no geral (sem serem livros do dia). Acabei por não me focar muito nesses porque são tantos livros, em todo o lado, à nossa volta, que fica difícil procurar títulos específicos no meio de tanta coisa. Outra coisa que fiz foi pesquisar os preços nas livrarias de antemão. Ajudou a não comprar um livro do dia que, apesar de barato, estava mais barato noutro sítio quando pesquisei.

 

Uma das partes que mais me interessava era ver os livros de alfarrabistas e os títulos descontinuados. Aproveitei a noite de Sábado para me focar mais nessa parte, por estar mais calmo e não ter pressões de mais nada. Mas como são títulos praticamente únicos, também fica difícil ver tudo muito bem. (Há algum tipo de técnica que usam neste ponto?) Ainda parei em dois livros, mas acabei por não os trazer.

 

Acabei por aproveitar apenas livros do dia. Todos a menos de 10€, que normalmente é o meu orçamento limite para quaisquer livros que sejam. Desculpem editoras de Portugal, mas os vossos preços normais realmente não são simpáticos. E aqui ficam os livros que comprei:

 

Feira do Livro Lisboa

 

O único que já tinha era o Maus - comprei-o há mais de um ano em segunda mão, mas não sabia que as edições antigas estavam divididas em dois volumes e que este era apenas o primeiro. Vou tentar vendê-lo. As edições recentes juntaram tudo num só livro, que é o caso deste que comprei.

 

O ambiente que se vive na Feira é maravilhoso e vale a pena por si só - posso dizer que nunca vi o meu namorado (que raramente lê) com tanta vontade de comprar livros (e a comprá-los). Atribuo metade disso ao seu consumismo influenciável, mas a outra metade atribuo ao ambiente da Feira. Ele não é um leitor tão ávido e adorou a Feira - queremos os dois repetir. Poder sair de lá com títulos mais baratos que tanto queríamos ler é apenas um belo bónus junto ao resto.

 

E, a não ser que a vida seja muito madrasta comigo e me diminua as condições de vida, espero mesmo que esta possa ser uma experiência a repetir todos os anos. Para a próxima, só pedia duas coisas: informações disponibilizadas muito mais cedo e que estas fossem correctas e não existissem lacunas...

 

Até à próxima, Feira do Livro... Vemo-nos em 2023?

04
Set22

FILMES: Prey

Vera

Não era um filme que estava nos meus planos - e já agora: nunca vi nenhum Predator - mas às vezes são os "vamos ver um filme" espontâneos da vida que nos trazem novas descobertas.

 

Prey 2022

 

Normalmente tento resumir por palavras minhas o enredo de um filme, mas dado o meu tão pequeno envolvimento neste universo acho que talvez seja melhor recorrer a uma sinopse já existente:

 

Neste prelúdio à história de Predador, O Predador: A Caçada é a história não contada de Naru, uma jovem guerreira altamente qualificada, desesperada para proteger seu povo do perigo iminente. Criada entre os maiores caçadores que vagavam pelas Grandes Planícies e confiante de que é tão capaz quanto os outros jovens caçadores, ela se propõe a proteger seu povo quando seu acampamento Comanche é ameaçado por uma criatura misteriosa. Ambientado no mundo da Nação Comanche no início de 1700, munida com armas primitivas, Naru persegue e finalmente confronta seu inimigo, que acaba sendo um predador alienígena altamente evoluído, com um arsenal tecnologicamente avançado, resultando em um confronto brutal e aterrorizante entre os adversários. Protegendo seu povo do predador que caça humanos por esporte, lutando contra a natureza, colonizadores perigosos, entre outros desafios, a jovem corajosa possui a força para enfrentar o que for necessário para manter seu povo seguro. Fonte: AdoroCinema

 

Não tem um enredo muito rico ou complexo, a história acaba por ser bastante simples e linear, mas gostei do filme mais do que esperava. Acho que acaba por ser um daqueles filmes que são mais sobre a experiência que proporcionam do que sobre a história.

 

Do alto do meu completo desconhecimento destes filmes, não sinto que possa dizer muito mas uma coisa que notei muito neste filme - e me agradou - foi que, a meu ver, tem um certo elemento feminista. Não estou a dizer que foi feito com esse propósito - não me parece que tenha sido - mas acabei por ver isso nele. Afinal, a protagonista é constantemente subestimada por todos - homens e mulheres - no que diz respeito à caça e à defesa da sua tribo apenas por ser mulher. Mas, no final, é ela que acaba por ter toda a inteligência e engenho necessários para combater o perigo.

 

O filme cumpre bem o seu propósito de entreter e não é propriamente um filme fraquinho cinematograficamente falando. Por isso, sem dúvida que recomendo.

 

3.5.JPG

 

Alguém aqui já viu este ou outros filmes do mesmo universo? Que me têm a dizer?

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29 ∷ Miúda do interior com alma de lisboeta ∷ Digital marketeer ∷ Overthinker a tempo inteiro ∷ Sempre a saltar de livros para séries para jogos nas horas vagas

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