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mil e quinze

Livros, séries, filmes e muito mais ♥

30
Out22

SÉRIES: Yellowjackets

Vera

Yellowjackets

 

Yellowjackets mostra-nos a jornada de sobrevivência de uma equipa de futebol feminino do secundário após o avião em que seguiam se despenhar numa zona totalmente deserta. Mostra-nos também a vida das pessoas que conseguiram sobreviver, 25 anos depois, e como tentam ter uma vida adulta normal que foi inevitavelmente afectada pelos traumas do passado.

 

Semanas depois de ter terminado a primeira temporada ainda não sei bem o que dizer ou achar desta série. Se vou continuar a ver? Vou. Se gostei? Sim. Se não estou 100% convencida ainda? Também.

 

De um modo geral, eu realmente gostei da série - acho que está bastante bem feita em todos os aspectos e mais alguns e cumpriu bem o propósito de me fazer devorar os episódios para saber urgentemente o que tinha acontecido. Mas tenho de confessar que, não sabendo eu mais nada do que o resumo que vos dei acima, não me agradou totalmente o rumo que decidiram para a história. E como esse elemento ainda não foi muito desenvolvido, não consigo decidir se foi uma boa escolha ou não até ver onde o vão levar.

 

Na verdade, esse é outro aspecto que considero ser menos bom - achei que em certos momentos o ritmo da história foi um pouco lento. Isto não é necessariamente mau, não acho que a série seja pior por isso, mas pessoalmente sinto que uma temporada inteira revelou pouco e, por isso, soube-me a pouco. Não me interpretem mal, também não é como se preferisse uma história incrivelmente apressada - mas efectivamente parece-me que podia existir um meio-termo. De facto, algum tempo após ter terminado de ver Yellowjackets, a sensação que me ficou foi essa: soube-me a pouco. Queria ter visto mais. Queria ter sabido um pouco mais.

 

Por fim, o último ponto negativo a referir é o facto de talvez não nos dar a conhecer muito de cada personagem. Os episódios alternam incessantemente entre o passado e o presente, não havendo um foco particular numa personagem específica ou até mesmo não dando algum tempo de antena a cada linha temporal para se aprofundar mais em cada uma das pessoas que ali vemos. Mais uma vez, a série não é pior por isso, é claramente uma escolha por parte dos produtores mas sinto que poderia beneficiar desse elemento.

 

Apesar disto, e agora que já retirei as críticas negativas do sistema, foi uma série que gostei bastante de ver. A produção está incrível e o casting também. Tem alguns elementos bizarros e sinto que tudo na primeira temporada está a ser feito para nos levar a algo em grande. Só tenho pena de continuar sem saber praticamente nada do que vem aí, mesmo depois do que nos foi revelado.

 

Outro ponto a destacar é o facto de nos mostrar o presente das personagens, décadas e décadas após o acidente. Mostra muito bem o impacto que essa experiência tem na vida destas pessoas ainda hoje e como, no final de contas, mal conseguem levar uma vida pacata e normal quando ainda são assombradas por fantasmas do passado.

 

Em suma, recomendo a série, acho que proporciona uma boa experiência de mistério apesar de algumas falhas. Consegue deixar-nos intrigados e curiosos por mais. A segunda temporada já foi confirmada, apesar de ainda não ter data de lançamento. Em Portugal, a série pode ser vista na HBO Max.

 

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Quem aqui já viu? O que acham?

26
Out22

FILMES: Werewolf by Night

Vera

Em verdadeiro espírito do mês de Halloween, a Marvel lançou um especial dedicado aos clássicos e filmes antigos de terror. Não torçam o nariz com a palavra "Marvel" - não tem nada a ver com as suas obras típicas e, para quem gosta de filmes antigos de terror, Werewolf by Night é uma boa escolha.

 

Werewolf By Night

 

Werewolf by Night gira em torno de um grupo secreto de caçadores de monstros que se encontram, numa noite, no Templo Bloodstone após o seu líder ter morrido. Como era o seu último desejo, esta noite torna-se numa competição perigosa e mortal por uma poderosa relíquia - competição essa que acabará por colocá-los frente a frente com um monstro perigoso.

 

Com cerca de 50 minutos, este especial passa a correr e é uma verdadeira homenagem aos filmes de terror dos anos 30 e 40 - sendo também a preto e branco. Apresenta uma história e alguns elementos interessantes e é um bom filme para Sábado à noite.

 

Gostava de ver mais obras da Marvel deste tipo, onde se arriscam em géneros e histórias fora da sua zona de conforto - e algo me diz que ainda teremos surpresas nesse aspecto. Esta é uma obra que se vê super rápido e faz passar um bom tempo. Recomendo para quem tenha interesse neste tipo de produções. Pode ser visto no Disney+.

 

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Alguém aqui já viu?

22
Out22

LIVROS: I'll Be There For You: The One About Friends, Kelsey Miller

Vera

Como fã acérrima de Friends, claro que tinha de ler este livro sobre a série. Se estava entusiasmada por lê-lo? Sem dúvida. Se foi uma experiência agradável? Não tanto...

 

Livro I'll be there for you the one about friends Kelsey Miller

 

I'll Be There For You foi escrito pela jornalista Kelsey Miller e revela-nos uma série de informações relacionadas com a série de televisão, desde informações básicas de trivia aos percursos dos actores antes, durante e após Friends, passando por peripécias e outros acontecimentos no decorrer da produção da série durante todos aqueles dez anos.

 

Nunca ouvi audiolivros, mas acompanho a Rita da Nova que diz várias vezes que, para ela, os melhores livros para ouvir são os de não-ficção e, dito isto, pergunto-me se a minha experiência com este livro teria sido melhor se o tivesse efectivamente ouvido em vez de ler. Dá para perceber que Kelsey Miller é jornalista porque este livro nada mais é do que a compilação de diversas informações que facilmente se encontram espalhadas pelo domínio público; e em termos de escrita não tem nada. Não detestei o livro porque me informou de uma série de coisas das quais não tinha conhecimento - algumas não tão boas e que não consigo acreditar que me escaparam por completo, como por exemplo o caso de Amaani Lyle, que me chocou por completo (apesar de não surpreender) e me deixou com a mesma sensação que sinto em relação ao filme The Wizard of Oz: uma das minhas obras favoritas na vida manchadas pelo abuso e horror que se passavam no background...

 

Mas no geral não diria que foi uma leitura agradável, acho que teria passado bem sem o ler e não me marcou particularmente. Apesar de ter aprendido e passado a conhecer umas quantas coisas, o livro por vezes é só excessivamente extenso e aborrecido. Na introdução - longuíssima, por sinal -, Kelsey Miller passou uma quantidade excessiva de páginas a discorrer sobre outros trabalhos dos actores antes de Friends - uma quantidade absurda de séries das quais nunca ouvi falar ou só conhecia de nome, com um monte de informações irrelevantes sobre as mesmas, como se todos soubessemos do que ela está a falar, como se tivessemos interesse em ouvir falar de coisas que não vimos nem conhecemos, como se não estivessemos naquelas páginas por querermos saber sobre nada menos que Friends, apenas Friends.

 

Para além disso, decide debater em várias páginas sobre diversos temas problemáticos na série - e atenção, houve quem tivesse odiado por completo este take por parte da autora, mas eu pessoalmente não me importei e gostei de ler os seus pensamentos sobre certos assuntos. Mas para mim este tema vai dar sempre ao mesmo: a série é dos anos 90, os tempos eram outros, por mais problemático que seja hoje em dia (e é), eu vejo isto como um não-assunto. O que é que se pode debater de algo que já foi feito, já está terminado, de há décadas atrás? É importante que estejamos alerta para os elementos problemáticos da série numa perspectiva de pensarmos criticamente sobre eles hoje em dia e aprendermos a saber e fazer melhor; mas "bater no ceguinho" e continuarmos a focarmo-nos nesses aspectos por uma pura perspectiva de "devia ter sido diferente" não faz sentido no contexto temporal e cultural desta série. Uma coisa que devo dizer que gostei, no entanto, foi da autora ter feito algum esforço por, no fim, retirar algo de positivo destes temas problemáticos na série - experiências de pessoas pertencentes a minorias que viram a série na altura. Sinto que houve uma coisa que ela disse que define muito esta série em relação a estes assuntos: ela está longe, bem longe de ser perfeita, mas em certas representações, para o tempo em que foi feita, conseguiu ser "melhor que nada".

 

Acho que o livro relatou diversos factos e curiosidades interessantes, mas de facto eu não acho que este livro seja para ser lido. Parece mesmo apenas um trabalho jornalístico e não apela em nada ao leitor em termos de escrita, talvez por isso tenha começado a pensar tanto que a minha experiência teria sido melhor se o tivesse ouvido.

 

Tinha muita coisa para dizer sobre ele, mas acaba por se focar em tantos aspectos diferentes que acho que a única coisa com que posso concluir é que, efectivamente, aprendemos muito sobre Friends e tudo o que isso envolve, de todas as formas e mais algumas. O tema é interessante, mas a execução é plana e aborrecida. Por isso, não recomendo; no máximo, recomendo que o ouçam - e se o fizerem, podem relatar-me a experiência? É que acredito que teria sido mais interessante. Vejo este livro mais como documentário do que como livro. Talvez esse formato tivesse sido uma melhor escolha.

 

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Quem aqui vê Friends? Conhecem este livro, ou têm curiosidade de o ler?

18
Out22

FILMES: Em que Pensam os Gatos

Vera

Depois de algum tempo assoberbada pela quantidade infinita de coisas para ver no catálogo da Netflix, sem saber exactamente o que escolher, acabei por aterrar (não surpreendentemente) num pequeno documentário sobre gatos.

 

Inside the Mind of a Cat documentário sobre gatos

 

Inside the Mind of a Cat, como é originalmente intitulado, tem cerca de 1h e, como já referi, é um documentário que nos fala sobre gatos. Para mim, é uma situação win-win: saímos do documentário mais enriquecidos em informação felídea e passamos cerca de uma hora a olhar para bichinhos fofos e adoráveis. A partir daqui, acho que já nem devia precisar de escrever mais nada para vos convencer.

 

Mas para os mais teimosos, cá vamos: o documentário conta com a participação de vários especialistas e investigadores de gatos, bem como duas treinadoras, e é bastante diversificado nos temas de que nos fala. Explica-nos como os gatos foram domesticados, historicamente; como os gatos pretos especificamente foram associados às bruxas; se e como percecionam as emoções dos seres humanos/donos; como treinar e "controlar" o seu comportamento; diferenças culturais entre gatos; e toda uma panóplia de outros temas. Já tinha conhecimento de algumas coisas, mas não de outras e acabei por aprender bastante com o documentário.

 

É uma hora que passa a correr, aborda uma imensa diversidade de assuntos e é sempre interessante por nos permitir aprender coisas novas. E lá está, volto a repetir: é uma hora a olhar para bichos fofos. O que mais se pode querer na vida?

 

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14
Out22

FILMES: Back to the Future

Vera

Um clássico que ainda não tinha visto.

 

Back to the Future

 

"Doc" Brown é um velho e excêntrico cientista a quem ninguém liga muito, com excepção do seu amigo adolescente Marty McFly. Doc consegue finalmente alcançar um dos seus maiores objectivos de construir uma máquina do tempo e, após alguns incidentes, Marty acaba a usar esta máquina sozinho, fazendo-o viajar até à época de adolescência dos seus pais. Rapidamente a experiência se torna aquilo que mais se quer evitar numa viagem ao tempo: os factos do passado começam a alterar-se perante Marty, fazendo com que este tente ao máximo repor tudo exactamente como era, caso contrário tem à sua frente um futuro perigoso e imprevisível. E claro, faz tudo isto com a ajuda de um Doc mais jovem.

 

Ao início estranhei um pouco o filme porque tem alguns elementos um pouco excêntricos e bizarros. Mas, como se costuma dizer, "primeiro estranha-se, depois entranha-se" - acabei por me habituar e foi um filme bastante satisfatório. Marty conseguiu recuperar o seu presente e fazer com que tudo ficasse ainda melhor. O filme deu-nos o "final feliz" que todos esperávamos ter.

 

Se houvesse uma crítica a fazer, diria que foi um pouco incómodo (para mim) o comportamento de uma das personagens - embora para a época talvez fosse considerado normal. Em todo o caso, é um mal menor que não tem grande importância quando se olha para o filme como um todo. O filme termina também com o que acredito ser uma "amostra" do que o próximo filme nos vai mostrar, já que Back to the Future acabou por ser uma trilogia. Eventualmente, pretendo ver os restantes dois filmes.

 

Em suma, acabei por gostar muito do filme, e consigo ver como possa ter sido um filme icónico para a época dentro do género da ficção científica.

 

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10
Out22

FILMES: Luca

Vera

Mais um Domingo... mais um filme da Pixar. Desta feita, foi a vez do filme Luca. Para os curiosos, na lista para ver nos próximos tempos ainda temos Encanto e Turning Red.

 

Luca Pixar

 

Luca é aquilo que os humanos chamam de monstro do mar. E como somos todos humanos e sabemos o quão mauzinhos conseguimos ser, é claro que estes monstros do mar não são criaturas bem-vindas e muitos até se dedicam a tentar capturá-los. A família de Luca proíbe-o de se aproximar da terra, mas Luca sempre sonhou em conhecer tudo aquilo que está para lá do mar. É quando Luca conhece Alberto - um outro monstro do mar que se aventura habitualmente fora dele - que este tem coragem de sair do mar, afastar-se da família e tudo o que conhece para entrar numa descoberta daquilo que a terra e os seres humanos têm para oferecer.

 

Luca é acima de tudo um filme sobre aceitação e acolhimento da diferença, bem como sobre tirar um bocadinho os pés do chão para voarmos e irmos à descoberta do desconhecido. Não achei um filme tão bom como Coco, mas ainda assim cumpre bem o propósito de entreter sem ser de todo uma experiência desagradável. É um filme bonito. Se tivesse de fazer uma crítica seria que acho que lhe falta muito do ar e cultura italiana - foi o que me fez querer avançar para o filme, porque tenho um bichinho com Itália, mas achei que não teve tanta envolvência como outros filmes que se focam em culturas exteriores à americana.

 

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Quem aqui já viu?

06
Out22

FILMES: Coco

Vera

Um dos filmes que mais queria ver desde o dia em que saiu.

 

Coco Pixar

 

Um dos antepassados de Miguel sofreu muito nas mãos de um músico e, a partir daí, a família passou a detestar tudo o que estivesse relacionado com música, proibindo o assunto de geração em geração. Mas Miguel é uma criança de 12 anos que sonha em ser guitarrista, inspirado a seguir os passos do seu falecido ídolo Ernesto de la Cruz, apesar de a família não aprovar. É então no Dia de los Muertos que Miguel consegue, por magia, entrar no mundo dos mortos. Mas para sair precisa da bênção de familiares... Algo difícil quando o que mais se quer fazer na vida é aquilo que a família mais despreza.

 

Eu adorei este filme. Tem uma história muito bonita à volta de laços familiares mas também de identidade, das nossas paixões e sonhos. Embora com alguns elementos mais previsíveis (que nem por isso tornam o filme menos bom), existem algumas reviravoltas interessantes e o filme está carregado de história. Existem tantos elementos narrativos diferentes que o título do filme nem sequer tem nada a ver com Miguel (e ainda bem).

 

Fez-me chorar desalmadamente numa parte, achei o filme mesmo muito bonito e acho que é um dos melhores que já vi da Pixar. Recomendo muito!

 

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Quem conhece este filme?

02
Out22

10 Books Challenge

Vera

Recorri à solução fácil de arranjar uma (book) tag para publicar alguma coisa neste blog. Nem é que tenha falta de conteúdo - vi dois filmes novos, mas ainda não me apeteceu escrever sobre eles. Talvez porque tenho lido tão pouco, apetece-me escrever sobre livros. Por isso, fui pesquisar uma book tag qualquer para me dar uma desculpa para o fazer.

 

Chama-se 10 Books Challenge e consiste em listar 10 livros que de alguma forma nos marcaram, sendo que as regras ditam que não é suposto nos demorarmos muito na resposta nem pensar demasiado nela. Poderei ou não ter alguma dificuldade nessa parte. Sem mais demoras, aqui vamos nós:

 

1. Um livro que me fez pensar

Assim de repente, aquele que me vem à cabeça é o A Little Life, de Hanya Yanagihara. Acho que só pela review dá para perceber o quanto me fez reflectir sobre diversos assuntos: psicologia e terapia; traumas; abuso; emoções nos homens...

 

2. Um livro que me surpreendeu

Lucia, Lucia, de Adriana Trigiani. Um livro que consegui há mais de dez anos, quando uma editora estava literalmente a oferecer vários livros grátis às pessoas. Por esse mesmo facto fiquei com algum preconceito em relação ao livro. Para estarem a dá-lo assim é porque não vendeu muito e por isso não deve prestar, pensava eu. Estava redondamente enganada: a história é interessante e fala-nos de uma mulher nos anos 50 que, contrariando a sua época, não se interessa minimamente por casar e arranjar um marido. Pelo contrário, a sua carreira é bem mais importante. Lembro-me vagamente que me senti muito inspirada pela personagem de Lucia. Uma surpresa, sem qualquer sombra de dúvidas.

 

3. Um livro que me fez sentir feliz

Esta é difícil e até tive de ir ver os livros que já li. E não sei se consigo responder. Gosto sempre tanto de histórias impactantes que acho que ainda não li nada que me tenha feito sentir verdadeiramente feliz. A resposta mais aproximada que posso dar será, talvez, o Terapia de Casal, da Rita da Nova e Guilherme Fonseca. Cheio de humor e ilustrações engraçadas, fez-me rir e foi escrito por duas pessoas que admiro. Feliz não será a palavra certa, mas é a mais aproximada.

 

4. Um livro que me fez sentir triste

A Man Called Ove, de Fredrik Backman. Na verdade, podem colocar este na resposta anterior. Todo um misto de emoções neste livro. Mas que chorei que nem um bebé em algumas partes, chorei.

 

5. Um livro que me tenha feito sentir nostálgica

Mais uma vez, sinto que não tenho uma resposta 100% exacta a esta questão, mas a que mais se aproxima será talvez The Midnight Library, de Matt Haig. Como verdadeira adepta de remoer nos "e se?" da vida, foi um livro perfeito para sentir falta daquilo que nunca foi.

 

6. Um livro com o qual tenho uma relação de amor/ódio

November 9, de Colleen Hoover. Adorei lê-lo, mas detesto o Ben enquanto personagem, detesto a toxicidade, detesto o quão perturbador se torna. Amo odiar esta história. E odeio amá-la.

 

7. O livro que reli mais vezes

Acho que, todos os livros que reli, reli apenas uma vez, pelo que a quantidade está exactamente igual para todos. Assim de repente: 1984, de George Orwell e O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde.

8. Um livro que me fez querer viajar

Dentro do Segredo, de José Luís Peixoto. O que é estupidamente irónico se considerarmos que nos conta a visita do autor à Coreia do Norte e que não, não tenho assim tanto desejo de lá ir. Mas fez-me querer viajar. É indiscutível.

 

9. Um livro que me fez sentir tudo e mais alguma coisa (para referência futura, se calhar não é boa ideia traduzir desafios para português... gave me all the feels, era o que lá estava escrito)

O que é que vamos considerar aqui como "tudo e mais alguma coisa"? Se for chorar que nem um bebé, repetimos aqui o A Man Called Ove. Se for sentir muitas coisas diferentes que não sejam necessariamente boas, podemos repetir o A Little Life. O My Dark Vanessa, de Kate Elizabeth Russel também fez esse trabalho muito bem.

 

10. Um livro que não queria ter lido

A Irmandade do Anel, de J. R. R. Tolkien. Eu acho que nunca mais vou conseguir esquecer o terrível aborrecimento que este livro me deu. Perdi tempo, perdi energia, acima de tudo perdi bastante paciência. Paguei as consequências da minha própria teimosia: a preserverança só me trouxe irritação e desagrado. Não podia mais ver o livro à frente e ler tornou-se desprazeroso. Nunca mais.

 

Estes são os meus dez livros. Bem, mais de dez livros porque eu claramente não sei cumprir instruções e quando pedem um livro eu dou 4 ou 5. E vocês? Quais seriam as vossas respostas a esta tag? Por favor partilhem comigo nos comentários porque estou muito curiosa!

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29 ∷ Miúda do interior com alma de lisboeta ∷ Digital marketeer ∷ Overthinker a tempo inteiro ∷ Sempre a saltar de livros para séries para jogos nas horas vagas

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